I'm tremendously confused
i'm in shock
i cant realize the time
i cant understand the life
i need go back to the past
i need fix my future
i cant live more in this way
i cant find my love
i cant find one love
so please...
someone explain to me
where i lost my heart ?
nothing hurt anymore
i want to suffer
i need to feel something again
there is a empty on me
it's not fair, it's just not fair
don't give up of myself
i'm blooding
but it's not pain
what a hell is wrong with me ?
blog de pensamentos poéticos sintetizados em poesias contemporâneas e cotidianas... horas a falar de amor, horas a falar da existência, horas a falar da boemia...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Como saber se a amo ?
Turbilhões de ventos refratam em meus pensamentos...
Como saber se a amo
se não a desejo loucamente
e ao mesmo tempo cruzaria o mundo
para te fazer sorrir ?
definitivamente sois meu maior dilema
me pergunto a cada segundo
se estais feliz...
se estais feliz...
e só de pensar que não
chega a doer no coração
seguido de uma frustração
por não ter o que fazer
por não ter o que fazer
vivo nesses dias meu pior pesadelo
talvez tudo isso seja ilusão
ou invenção da minha mente
saudosa de nossos momentos infantis
falar bobeiras tão bobas
que até as crianças não achariam mais graça...
adultos abobalhados...
Não sei se quero ser mais criança.
Mas por que fazes isso comigo?
Por que confundes tanto meu coração ?
Seria por maldade ou compaixão ?
Sois a Capitu do Bentinho ou do Dom ?
Não seria mais fácil se nunca tivesse existido ?
Ou seria meu eterno martírio ?
Não me importas...
Nem importa o quanto me indagues...
Não me importa o que sejas...
Não me importa o que faças...
Não me importa o que desejas...
Mas me importa se estais feliz...
Não seria exatamente isso o amor?
Ih. Acho que respondi minha primeira pergunta...
Amo-a perdidamente
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Paralelo
Como retas que se encontram no infinito
Os opostos convergem nos extremos
O ódio se desfaz no sorriso
O círculo acaba no começo
O átomo perde o sentido
O todo e o nada é o mesmo
A vida é um limbo perdido
A morte é uma enchente de medo
O homem descobre escondido
Que o gentil se transforma em grotesco
A cólera é um sentimento retido
De bondade, amor e desejo
O real é o fictício
Nos sonhos tudo é verdadeiro
Eu tanto existo como inexisto
E o verde é igual ao vermelho
O orgânico é prova do vivo
Como a pedra é a prova que escrevo
O movimento é um rolo comprimido
De inércia retida no meio
Spins, caos, física, asilo
Redemoinhos de buracos negros
O ópio é um chá proibido
O caos é um belo espelho
Não adiantas procurar um sentido
O universo é um grande segredo
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Soneto da Borboleta da Asa Escura
Borboleta da asa escura
Por que diabos derramaste teu veneno ?
Já não enxergo o que está errado
Nem imagino onde está meu sossego...
O califa jurou que era palhaço
E o elefante pensou ser camelo
A corda se perdeu em mais um laço
O equilíbrio foi-se em mais um zelo
Já se via em mal bocados
O poeta, o professor e o coelho
O horizonte mudou de lado
O destino se esconde em segredos
Vou à rua e não lhe acho
Chego em casa e não lhe vejo
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Como está você ?
Se tu pensas
que estás diferente
é porque de fato tudo mudou
não encontro mais o lírico dos teus olhos
e o gracejo de teus chamegos
inda me indago
se realmente redescobriste o amor
ou onde vos enterrou...
a mim resta sonhar
e lembrar todo santo dia de você
especialmente às tardezinhas
que tanto tu gostava
e fazia questão de me dizer.
Mimetismos sem sentido
vontade estranha de te ver.
Como está você ?
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Perdi a fome
Perdi a fome
e junto com ela a vontade de viver
estou preso a um sistema retardatário
de fato nasci no momento errado
não sou simplesmente um fracassado
mas sou o fracasso que todos queriam ser
desbravador de covardia
cavador do seu próprio túmulo
escrevo por medo de fazer
rebelde de causas impossíveis
ingrato de alma carregada
vivo num mundo as avessas de meus pensamentos
o certo e o errado se confundem
com o belo e o grotesco
o escafandro engole a borboleta
como por um fim em algo sem começo?
onde se encontra a dor?
minha fome ainda não voltou...
e junto com ela a vontade de viver
estou preso a um sistema retardatário
de fato nasci no momento errado
não sou simplesmente um fracassado
mas sou o fracasso que todos queriam ser
desbravador de covardia
cavador do seu próprio túmulo
escrevo por medo de fazer
rebelde de causas impossíveis
ingrato de alma carregada
vivo num mundo as avessas de meus pensamentos
o certo e o errado se confundem
com o belo e o grotesco
o escafandro engole a borboleta
como por um fim em algo sem começo?
onde se encontra a dor?
minha fome ainda não voltou...
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Soneto do falso amor
espero por um amor falso
desses que começa na cama
e acaba da grama
e ilumina toda a praça
não precisas ser tão bela
nem gostar de assis
tens que saber sorrir
e parecer triste e achar graça
de minhas esquisitisses infantis
dos meus momentos autistas
do meu silêncio deserto
e não podes perguntar nunca
o que estavas pensando
pois não quero te dizer:
no verdadeiro amor...
desses que começa na cama
e acaba da grama
e ilumina toda a praça
não precisas ser tão bela
nem gostar de assis
tens que saber sorrir
e parecer triste e achar graça
de minhas esquisitisses infantis
dos meus momentos autistas
do meu silêncio deserto
e não podes perguntar nunca
o que estavas pensando
pois não quero te dizer:
no verdadeiro amor...
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